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ARTES DA TERRA: Serrabranquense utiliza potencialidades do solo para fabricar peças artesanais

Estudar o solo e trabalhar as suas potencialidades é uma das habilidades do artista popular Alexandre Limeira, é através das composições do solo que ele produz a tinta que utiliza para confeccionar as suas peças.

A tinta da terra ou geotinta parte do princípio da reformulação dos solos e não utiliza nenhum componente químico, sendo utilizada em sua forma natural. A graduação em agroecologia e as pesquisas realizadas pelo projeto de extensão Pascar do CDSA/UFCG o auxiliou nesse processo de estudo dos solos.

Alexandre busca através do artesanato e dos seus estudos desenvolver um trabalho lúdico, ao mesmo tempo em que é uma forma de adquirir renda.

Além de ser uma fonte de renda, as suas peças trazem um valor simbólico, ele busca retratar a cultura e as manifestações do nosso povo. “Eu sempre gostei muito de estudar as artes, isso é uma identificação minha desde pequeno. A partir do momento que eu me identifiquei procurei me voltar para a arte regional. As pinturas rupestres que temos na nossa região, feitas pelas tribos cariris e sucurus que aqui passaram foi o primeiro despertar, onde conheci essa proposta de trabalhar com a cor da terra, que era um princípio dessas tribos,” destacou.

Estudar o solo e trabalhar as suas potencialidades é uma das habilidades do artista popular Alexandre Limeira, é através das composições do solo que ele produz a tinta que utiliza para confeccionar as suas peças.

A tinta da terra ou geotinta parte do princípio da reformulação dos solos e não utiliza nenhum componente químico, sendo utilizada em sua forma natural. A graduação em agroecologia e as pesquisas realizadas pelo projeto de extensão Pascar do CDSA/UFCG o auxiliou nesse processo de estudo dos solos.

Alexandre busca através do artesanato e dos seus estudos desenvolver um trabalho lúdico, ao mesmo tempo em que é uma forma de adquirir renda.

Além de ser uma fonte de renda, as suas peças trazem um valor simbólico, ele busca retratar a cultura e as manifestações do nosso povo. “Eu sempre gostei muito de estudar as artes, isso é uma identificação minha desde pequeno. A partir do momento que eu me identifiquei procurei me voltar para a arte regional. As pinturas rupestres que temos na nossa região, feitas pelas tribos cariris e sucurus que aqui passaram foi o primeiro despertar, onde conheci essa proposta de trabalhar com a cor da terra, que era um princípio dessas tribos,” destacou.


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