Cães e gatos viviam no Centro ou estavam desabrigados.
Órgão já tem outras três feiras de adoção planejadas para este ano.
adoção na capital.
“Já estava querendo ter um animal. Passei por aqui e estava acontecendo a feira. Queria um cachorro, mas todos já haviam sido adotados”, disse Givaldo Oliveira que acabou adotando a gata Frajola. Givaldo que é deficiente visual disse que quem escolheu o animal foi a esposa. “Ela gostou da cor clarinha da gata”, disse.
Pelo cronograma do Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses estão programadas quatro feiras deste tipo para este ano, mas foi necessário realizar um evento extra. “Estávamos com muitos animais adultos e filhotes. Por isso resolvemos fazer uma feira extraordinária para dar sobrevivência para esse animais”, disse Nara Arruda, chefe da seção de controle de vetores.
na capital.
A feira começou às 8h30 e já tinha cerca de 60 animais, mas ao longo do dia apareceram pessoas para deixar mais bichos para adoção e esse número aumento. Foi o caso do funcionário público Anderson Soares que quando chegou em um sítio no Conde teve uma surpresa. O caseiro tinha se mudado e “esqueceu” de levar a cadela Catarina com seus quatro filhotes.
Sem saber o que fazer com os animais, Wedesn Silva que é amigo de Anderson se lembrou que viu na televisão uma matéria sobre a feira de adoção de animais.
feira.)
A veterinária Suelem Almeida explicou que a preferência dos “pais” adotivos é por cães. “Os gatos são mais discriminados. Caso cheguem 50 gatos, por exemplo, apenas cinco são adotados. Já com cães é diferente. Caso cheguem 50 cães, 40 são adotados”.
Mais para sorte dos bichanos existem pessoas como a estudante Amanda Wassermann que se diz uma apaixonada por gatos. Tanto é que ela adotou a Marie, uma gata de três meses, que vai fazer companhia para a gatinha Suzy. “Eu amo gatos desde pequena”, disse a estudante.
Ela mora com o pai em Recife e está passando o fim de semana na casa da mãe. No momento da adoção a estudante ligou para a mãe para informar sobre a mais nova integrante da família, mas o pai só vai saber da novidade quando Amanda e Marie chegarem em Recife. “Não vai ter problema não”, disse a estudante.
Ela disse ainda que essa já sua segunda adoção, a gatinha Suzy ela achou na rua e levou para casa. “Eu acho que não faz sentido comprar um animal com tantos por aí para serem adotados”, disse a jovem que tem como sonho "ganhar bastante dinheiro para poder adotar diversos animais e dar qualidade de vida para cada um deles".
O Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses fica localizado na Avenida Walfredo Macedo Brandão, n°100, no bairro dos Bancários, próximo à Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3218- 9357.
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