Desde então, parentes afirmam já terem procurado o Itamaraty e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, mas não conseguiram ajuda para que um contato com autoridades americanas seja feito e o andamento das investigações, cobrado.
- São quase 60 dias de desespero - disse o assessor parlamentar Paulo Miller, de 46 anos, primo de Jhessica.
- A Jhessica era uma menina cheia de vida, de alegria, que estava vivendo o sonho dela, que era morar nos Estados Unidos e estudar lá. Conseguiu, graças a um programa de intercâmbio, e havia começado a cursar a faculdade de Psicologia há quatro meses. Além disso, 30 dias antes de ela ser encontrada morta, os pais haviam ido visitá-la e não notaram qualquer sinal de depressão.
Jhessica morava em Nova York há dois anos e quatro meses. Ela cuidava de três meninas de 4, 7 e 11 anos. O último contato da jovem com a família foi no dia 29 de março, quando ela falou com a mãe pelo Skype. O patrão de Jhessica, ainda de acordo com os parentes, é um corretor de seguros de vários policiais de Nova York e também trabalha como investidor financeiro.
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