A primeira etapa da obra de esgotamento sanitário do município de Sumé está em fase de conclusão. Quatro bairros da cidade já estão sendo atendidos com rede de esgotos, que equivale a 20. 446 metros de tubulação.
De duas mil ligações domiciliares previstas na primeira etapa, foram executadas 1.891 ligações. O esgoto sai das residências, passa pela rede coletora e vai até duas estações elevatórias, onde recebe tratamento.
Para a execução da primeira etapa foram contratados aproximadamente R$ 4 milhões. A obra gerou 20 empregos, dos quais foram empregados moradores do município. A Prefeitura de Sumé já está em busca de recursos junto à Funasa para contratar a segunda etapa da obra que, quando concluída, irá atender à praticamente 100% do município.
Com a obra de esgotamento, Sumé entra no rol dos poucos municípios brasileiros a ter esgoto tratado. De acordo com o Ministério das Cidades, apenas 44,5% da população brasileira está conectada a uma rede de esgotos. Do esgoto coletado, somente 37,9% é tratado.
Se a destinação de esgoto não for adequada, as águas superficiais passam a escoar a céu aberto, constituindo um perigoso foco de disseminação de doenças, além de contaminar as águas subterrâneas e o solo.
Entre os benefícios que o esgotamento sanitário traz estão: melhorias das condições sanitárias locais, redução de doenças ocasionadas pela água contaminada, eliminação de problemas estéticos desagradáveis, conservação de recursos naturais, entre outros benefícios.
De duas mil ligações domiciliares previstas na primeira etapa, foram executadas 1.891 ligações. O esgoto sai das residências, passa pela rede coletora e vai até duas estações elevatórias, onde recebe tratamento.
Para a execução da primeira etapa foram contratados aproximadamente R$ 4 milhões. A obra gerou 20 empregos, dos quais foram empregados moradores do município. A Prefeitura de Sumé já está em busca de recursos junto à Funasa para contratar a segunda etapa da obra que, quando concluída, irá atender à praticamente 100% do município.
Com a obra de esgotamento, Sumé entra no rol dos poucos municípios brasileiros a ter esgoto tratado. De acordo com o Ministério das Cidades, apenas 44,5% da população brasileira está conectada a uma rede de esgotos. Do esgoto coletado, somente 37,9% é tratado.
Se a destinação de esgoto não for adequada, as águas superficiais passam a escoar a céu aberto, constituindo um perigoso foco de disseminação de doenças, além de contaminar as águas subterrâneas e o solo.
Entre os benefícios que o esgotamento sanitário traz estão: melhorias das condições sanitárias locais, redução de doenças ocasionadas pela água contaminada, eliminação de problemas estéticos desagradáveis, conservação de recursos naturais, entre outros benefícios.
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