Para comemorar o dia mundial, foram instalados lavatórios na entrada do Ministério para ensinar a forma correta de se higienizar as mãos e prevenir doenças
PREVENÇÃO BARATA
As doenças com maior frequência detectadas na pesquisa são: respiratórias com 33,3%, diarreias com 11,8% e infecções de pele com 7,4%. Apesar da maior incidência de doenças respiratórias, o tipo de enfermidade que mais gera despesas para tratamento são as infecções de pele, com custo de R$ 116,32 por episódio. Já a gripe é a doença de maior incidência no Brasil, independente da época do ano.
Durante dois meses de apuração, foi constatado que 52,5 % das famílias brasileiras apresentaram pelo menos um surto de infecção. Porém, este número sobe para 74,2% quando analisado entre crianças de cinco a quinze anos de idade.
No custo que as famílias têm com doenças do dia a dia estão incluídos valores diretos, como hospital, medicamento, viagem para receber o tratamento e alojamento, quanto valores indiretos que implicam nos dias de escola ou trabalho perdidos pelo paciente ou por seus acompanhantes que dão o cuidado. Somando todos estes fatores, o custo familiar para tratamento dessas doenças equivale a mais de 10 semanas de compras em supermercado, por exemplo.
Além disso, há a perda de produtividade. Uma criança brasileira perde, em média, três dias de aula a cada episódio de doença, enquanto o adulto que cuida do enfermo também falta ao trabalho na mesma proporção.
Segundo o estudo, apenas 4,37% das mães entrevistadas reconheceram o sabonete entre os meios de prevenção de doenças causadas por germes e bactérias. Dois terços das mães pesquisadas se sentem impotentes para evitar que seus filhos adoeçam.
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Saúde