
A idosa encontrada morta em Bayeux estava sem roupa íntima, segundo informou o perito Aldenir Lins, que esteve no local onde foi localizado o corpo dela. Além disso, o delegado Douglas Garcia apontou contradição do vizinho nos relatos dele sobre os horários em que estiveram entre o Hospital Metropolitano de Santa Rita e a mata onde teriam ido catar mangas. O corpo da mulher foi achado nesta quarta-feira (29) na área apontada pelo vizinho da vítima. O perito e o delegado falaram com a imprensa no local de localização do cadáver.
O perito também narrou à imprensa que a idosa pode ter sido levada ao local ainda com vida, já que sua sandália, que seria fácil de sair dos pés caso fosse arrastada, ainda estavam com ela. Ele também relatou que somente o exame cadavérico irá indicar se houve violência sexual, já que o estado em que o corpo foi encontrado impede algumas análises preliminares.
O delegado detalhou sobre as informações que foram coletadas sobre o trajeto feito no caminho em que a idosa desapareceu:
“Diversas pessoas foram ouvidas, inclusive familiares. Deram detalhes de horários. Sabemos que o tempo percorrido do Hospital Metropolitano para cá não passa de 15 minutos. E se uma pessoa sai do hospital por volta de 10h30 ou 11h, ela não chegaria aqui 1h da tarde. Então essa é uma pergunta que ainda precisa ser respondida. O senhor Willis trouxe algumas respostas para isso e essas vão ser confrontadas com as informações das outras pessoas ouvidas e com câmeras de segurança. O trajeto que ele fez foi refeito pela polícia e cronometrado esse tempo, considerando diversos fatores. E em todas as vezes que esse trajeto foi refeito não seria possível chegar ali por volta das 13h, como ele narrou que não parou em nenhum local. Isso causou muito estranhamento”, disse o delegado Douglas Garcia, como apurou o ClickPB.
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