A Polícia Civil da Paraíba, por meio da 14ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, no Cariri, prestou esclarecimentos sobre o arquivamento do inquérito que investigava o desaparecimento do jovem Cleiton Silva Souto, ocorrido em novembro de 2025, no município de Serra Branca.
De acordo com a Polícia Civil, o arquivamento foi determinado pelo Ministério Público, após a conclusão das diligências realizadas ao longo da investigação. Conforme o órgão, mesmo com a realização de oitivas, buscas e perícias em aparelhos celulares, não foram encontradas evidências suficientes que comprovassem que o jovem tenha sido vítima de homicídio ou sequestro.
Diante da ausência de elementos que possibilitassem o oferecimento de denúncia ou o indiciamento de um possível suspeito, e após o esgotamento das diligências consideradas possíveis no momento, o Ministério Público determinou o arquivamento do inquérito.
A Polícia Civil destacou, no entanto, que o arquivamento não significa o encerramento definitivo do caso. A investigação poderá ser reaberta caso surjam novas informações, provas ou evidências capazes de contribuir para o esclarecimento do desaparecimento.
Segundo o delegado seccional, Dr. Renato Anderson, a decisão de arquivar o inquérito não partiu da Polícia Civil. Ele ressaltou que todas as linhas de investigação apontadas durante o trabalho policial foram analisadas e que as diligências possíveis foram realizadas com o objetivo de localizar o jovem e esclarecer as circunstâncias de seu desaparecimento.
A família de Cleiton também poderá solicitar a reabertura da investigação, desde que apresente novas informações ou elementos que possam auxiliar as autoridades na elucidação do caso.
A Polícia Civil reforçou que permanece à disposição para analisar eventuais novas informações que possam contribuir para esclarecer o paradeiro do jovem e as circunstâncias de seu desaparecimento.
Familiares e amigos lamentaram a decisão, e muitos criticaram o transcorrer das investigações que não chegou à conclusão alguma.
O drama da família é apenas aumenta pois já se vão quase 10 meses, sem uma resposta sequer, que possa consolar ao mínimo que seja, os familiares
Com JORNALISMO95FM
