O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro defendeu a possibilidade de os Estados Unidos retomarem sanções, como a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em entrevista ao News Noite, do SBT News, nesta sexta-feira (9).
Ao comentar a retirada das medidas americanas contra Moraes, Eduardo disse que a decisão não significou que o governo dos Estados Unidos tenha “absolvido” o ministro. As declarações são do ex-deputado, que está nos Estados Unidos.
“Os Estados Unidos não absolveram Alexandre de Moraes. Ele não disse que Alexandre de Moraes deixou de ser o violador de direitos humanos. Ele só não estava mais sujeito ao OFAC, para ter as suas contas bloqueadas”, afirmou, referindo-se ao órgão de controle de ativos do Tesouro americano.
“Pela lei americana, qualquer um que preste apoio financeiro, moral ou de qualquer tipo a um sancionado também fica sujeito às mesmas sanções. Então, vejo que por aí pode correr, sim, um caminho rápido para isso e para que outras pessoas sejam sancionadas.”
A OFAC, sigla em inglês para Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, é vinculada ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos e administra listas de sanções financeiras.
