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Comemoração dos 84 anos da Igreja Presbiteriana em Monteiro

Nos dias 12, 19 e 20 de março a Igreja Presbiteriana de Monteiro comemorará 84 anos de fundação, com a realização de diversas atividades. Ela foi a primeira denominação evangélica a chegar a Monteiro, o que exigiu a superação de diversas barreiras, principalmente as do preconceito, por meio da prática constante e atual do amor e do respeito ao próximo. Hoje, mesmo após tantos anos plantada em solo monteirense, a Igreja Presbiteriana permanece firme no propósito, sempre renovado pelo poder do Espírito Santo, de pregar o evangelho de Cristo Jesus a toda criatura, assim como prestar auxílio material a todo aquele que necessita, seja com a distribuição de alimentos, com a realização de projetos socioculturais como o “Descobridores da Palavra” ou por meio do oferecimento de cursos profissionalizantes. Há muito que comemorar, por isso convidamos toda a comunidade monteirense para compartilhar conosco da nossa gratidão a Deus por mais um ano de existência e por todas as bênçãos que Ele nos tem dado. Queremos dividir com todos essa alegria. Que o Senhor os abençoe grandemente!

Anotem aí nossa programação comemorativa:

12 de Março: Carreata e Culto Evangelístico na Praça Parque das Águas (praça de alimentação), no Centro da cidade;

19 e 20 de Março: Culto no Templo da Igreja com a presença da cantora Socorro Telles de Campina Grande-PB;

20 de Março: Culto no Templo da Igreja com a presença do Rev. Robson Granjeiro, pastor titular da Igreja Presbiteriana de Tambaú, em João Pessoa, e presidente do Sínodo da Paraíba, bem como, da cantora Socorro Telles.

Ah! Para que não conhece muito sobre a nossa história, apresentamos-lhes algumas curiosidades:

Pastor Evangelista/Fundador: Reverendo Júlio Sales. A memória coletiva da igreja conta que ele se hospedou na pensão de dona Belinha, que foi por ele evangelizada, tornando-se a primeira evangélica da cidade de Monteiro.

Primeira pessoa convertida na cidade: Dona Belinha (Belarmina Menezes). Era dona de pensão e costureira. Ao se converter, segundo relato das pessoas mais velhas da igreja, ela viu diminuir consideravelmente seus trabalhos como costureira, sua principal fonte de renda, após o padre da época pedir aos seus fiéis que não levassem mais costuras para ela. Mas essa não foi a pior situação passada pela primeira evangélica da cidade. Ela também viu sua casa ser apedrejada, sendo necessária a presença de dois policiais na mesma, um fazendo guarda na frente e outro atrás do imóvel, pois os ânimos estavam tão acirrados que havia a possibilidade de uma invasão a sua residência.

“Bode”: expressão pela qual o povo se referia jocosamente e maldosamente aos crentes. Algumas pessoas chegavam a imitar o berro do animal ao passar na porta da igreja.

Texto escrito por Lizziane Negromonte Azevedo e André Sérgio Trigueiro

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