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Sobe para cinco número de casos de sarampo confirmados na Paraíba


Subiu para cinco o número de casos de sarampo confirmados na Paraíba. A informação foi divulgada pelo secretário de Saúde do estado, Geraldo Medeiros, nesta sexta-feira (20). Foram quatro registros em João Pessoa e um na cidade de Barra de São Miguel.

São dois casos a mais do que se tinha no boletim anterior, divulgado no dia 12 de setembro, quando se tinha três confirmações, todas na capital paraibana. De acordo com Geraldo Medeiros, os casos em investigação também subiram, de 26 para 39. As análises estão sendo feitas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Os sintomas iniciais de sarampo são febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal e mal-estar intenso. Após estes sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. São comuns lesões muito dolorosas na boca.

A doença pode ser grave, com acometimento do sistema nervoso central e pode complicar com infecções secundárias como pneumonia, podendo levar à morte. As complicações atingem mais gravemente os desnutridos, os recém-nascidos, as gestantes e as pessoas portadoras de imunodeficiências.

Vacina

As crianças de seis meses devem tomar a chamada ‘dose zero’. A vacina deve ser ministrada em duas doses a partir de um ano de idade até 29 anos, 11 meses e 29 dias de vida do cidadão, respeitando o intervalo das doses do calendário vacinal. Caso a pessoa comprove as duas doses, não é necessário tomar nenhuma a mais, já sendo considerada imunizada.

Já para adultos com idade de 30 a 49 anos, 11 meses e 29 dias, basta uma dose da vacina para que seja considerado imunizado. Os profissionais da área de saúde, independentemente da idade, devem tomar duas doses para que seja imunizado. Caso comprove que tomou as duas doses, não é necessária nenhuma outra.

Em João Pessoa, a oferta para a vacina tríplice viral, que protege crianças e adultos contra o sarampo, caxumba e rubéola, ocorre nas Unidades de Saúde da Família (USF), nas policlínicas municipais e no Centro Municipal de Imunização.

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