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Defesa Civil de João Pessoa explica surgimento de pedras na praia do Cabo Branco

Conforme a nota, é inverídica a informação de que as rochas tenham se deslocado da falésia para a extensão da faixa de areia

A Coordenadoria de Defesa Civil de João Pessoa divulgou nota, nesta segunda-feira (13), para esclarecer que as rochas encontradas na extensão da praia de Cabo Branco não fazem parte da obra de proteção da falésia do Cabo Branco.

Conforme a nota, é inverídica a informação de que as rochas tenham se deslocado para a extensão da faixa de areia da praia.

O coordenador da defesa civil, Nóe Estrela, explica que tratam-se de rochas sedimentares e seixos já existentes há milhares de anos no mar.

Leia na íntegra:

O coordenador da Defesa Civil de João Pessoa, Noé Estrela, esclarece que as rochas que aparecem na extensão da praia de Cabo Branco, são rochas sedimentares e seixos já existentes há milhares de anos no mar, sendo inverídica, a informação de que pedras que estão sendo colocadas na obra de proteção da falésia do Cabo Branco tenham se deslocado para a extensão a faixa de areia da praia.
 
Segundo ele, a distância da obra do enrocamento do sopé da barreira para o local onde foram flagradas as pedras na praia é de mais de 400 metros, o que tornaria impossível sua chegada pela força do mar. Além das pedras sedimentares e seixos, também há pedras que se soltaram de gabiões construídos há alguns anos para proteção da calçadinha.
 
Apesar disso, ele afirma que estas rochas, mesmo não sendo as mesmas utilizadas na obra da Barreira do Cabo Branco, não prejudicam a área, uma vez que estão auxiliando na proteção da calçadinha quando há picos de ondas de mais de dois metros.

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