Lúcia critica interferência do Estado; Margareth descaracteriza denuncia
As professoras Margareth Diniz e Lúcia Guerra, que passaram para o segundo turno das eleições para reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com 49, 66% e 35,93% respectivamente, concederam entrevista a um programa de televisão da capital João Pessoa, no início da tarde desta quinta-feira, 17, e falaram sobre as expectativas para o segundo turno da eleição, marcado para o próximo dia 30 de maio.
A disputa aconteceu nos Campi de João Pessoa, Bananeiras, Areia e Litoral Norte. Lucia venceu no interior e Margareth na capital. Os demais candidatos obtiveram o seguinte resultado: Luiz Renato (9,96%), Otávio Machado (4,25%) e José Rodrigues (0,20%).
Lucia Guerra foi a primeira falar e disse acreditar que pode reverter o quadro, a derrota no Campus de João Pessoa. Neste sentido, já está articulando o apoio do terceiro e quarto colocados no pleito, Luiz Renato e Otávio, respectivamente.
“Já fizemos contatos com os professores Luiz Renato e Otávio, realmente já estamos fazendo aproximação. Ainda não podemos divulgar nada em definitivo, mas esperamos estas adesões”, revelou.
Lucia admitiu que houve falhas de sua campanha em João Pessoa, mas revelou que irá adotar novas estratégias para ganhar também na Capital.
“Não estamos desanimados, estão animados e acreditando que vamos reverter à situação. Estamos tranquilo, a vitória no interior é fruto de um trabalho de muito tempo, por isso não vamos só manter, mas ampliar. Em João Pessoa, vai exigir muita dedicação de nossa equipe. Trabalhamos na base do voluntariado, não tivemos equipe especializadas, contratadas para fazer a campanha, por isso entendemos que temos que ampliar a militância para reverter o resultado”, disse.
Já Margareth disse que está confiante na manutenção de sua vitória, pois os três segmentos da universidade entenderam que a sua chapa realmente apresenta as melhores propostas.
“Teremos melhor assistência em saúde e capacitação dos servidores, melhores condições de ensino para os docentes e os estudantes estão cansados da péssima assistência estudantil da atual gestão. A vitória está bem próxima”, argumentou.
Margareth disse também que seu grupo pretende conversar com Luiz Renato e Otávio, mas ainda não os procurou. “Os demais candidatos, vão fazer valer a insatisfação com o atual reitorado”, sustentou.
Ela acrescentou que seu grupo não é favorável a mudança da data do segundo turno. “A data é possível e estou pronta para o debate”.
Interferência do Executivo
As duas candidatas também falaram sobre a suposta interferência do Governo do Estado no pleito, denunciada desde o início do primeiro turno. Lúcia disse que o ônibus do Estado ‘flagrado’ transportando alunos é um forte indicio da ingerência.
“Até por que na campanha anterior Margareth foi candidata a vice de Lúcio Flávio. Então, o apoio efetivo do governo do Estado está cada vez mais se explicitando. Isso é um absurdo, não podemos ser subservientes ao Estado”, criticou.
Margareth, por sua vez, descartou qualquer tipo de interferência externa nas eleições. Para ela, a denúncia de que o ônibus do Estado estava transportando alunos é absurda.
Cristiano Teixeira
A disputa aconteceu nos Campi de João Pessoa, Bananeiras, Areia e Litoral Norte. Lucia venceu no interior e Margareth na capital. Os demais candidatos obtiveram o seguinte resultado: Luiz Renato (9,96%), Otávio Machado (4,25%) e José Rodrigues (0,20%).
Lucia Guerra foi a primeira falar e disse acreditar que pode reverter o quadro, a derrota no Campus de João Pessoa. Neste sentido, já está articulando o apoio do terceiro e quarto colocados no pleito, Luiz Renato e Otávio, respectivamente.
“Já fizemos contatos com os professores Luiz Renato e Otávio, realmente já estamos fazendo aproximação. Ainda não podemos divulgar nada em definitivo, mas esperamos estas adesões”, revelou.
Lucia admitiu que houve falhas de sua campanha em João Pessoa, mas revelou que irá adotar novas estratégias para ganhar também na Capital.
“Não estamos desanimados, estão animados e acreditando que vamos reverter à situação. Estamos tranquilo, a vitória no interior é fruto de um trabalho de muito tempo, por isso não vamos só manter, mas ampliar. Em João Pessoa, vai exigir muita dedicação de nossa equipe. Trabalhamos na base do voluntariado, não tivemos equipe especializadas, contratadas para fazer a campanha, por isso entendemos que temos que ampliar a militância para reverter o resultado”, disse.
Já Margareth disse que está confiante na manutenção de sua vitória, pois os três segmentos da universidade entenderam que a sua chapa realmente apresenta as melhores propostas.
“Teremos melhor assistência em saúde e capacitação dos servidores, melhores condições de ensino para os docentes e os estudantes estão cansados da péssima assistência estudantil da atual gestão. A vitória está bem próxima”, argumentou.
Margareth disse também que seu grupo pretende conversar com Luiz Renato e Otávio, mas ainda não os procurou. “Os demais candidatos, vão fazer valer a insatisfação com o atual reitorado”, sustentou.
Ela acrescentou que seu grupo não é favorável a mudança da data do segundo turno. “A data é possível e estou pronta para o debate”.
Interferência do Executivo
As duas candidatas também falaram sobre a suposta interferência do Governo do Estado no pleito, denunciada desde o início do primeiro turno. Lúcia disse que o ônibus do Estado ‘flagrado’ transportando alunos é um forte indicio da ingerência.
“Até por que na campanha anterior Margareth foi candidata a vice de Lúcio Flávio. Então, o apoio efetivo do governo do Estado está cada vez mais se explicitando. Isso é um absurdo, não podemos ser subservientes ao Estado”, criticou.
Margareth, por sua vez, descartou qualquer tipo de interferência externa nas eleições. Para ela, a denúncia de que o ônibus do Estado estava transportando alunos é absurda.
categoria
Educação