Tribunal do Egito condena cinco policiais a 10 anos de prisão por morte de manifestantes.

Mais de 800 manifestantes foram mortos durante os protestos

 A Corte do Egito condenou cinco policiais a 10 anos de prisão por terem matado manifestantes durante o levante contra o ex-presidente Hosni Mubarak, no ano passado, no Cairo. O policiais ainda podem recorrer da sentença.
Um total de 17 policiais compareu ao Tribunal Criminal de Giza, nesta terça-feira (22), sob acusação de terem provocado a morte de cinco manifestantes em 2011. Dois policiais foram suspensos por um ano e outros 10 foram absolvidos.
Mais de 800 manifestantes foram mortos durante os protestos contra o governo do ex-presidente Mubarak, que acabou renunciando em fevereiro.
Nos dias 23 e 24 de maio os egípcios se preparam para votar no novo presidente, na primeira eleição para o cargo no país em mais de 30 anos.
Os principais candidatos são o ex-secretário-geral da Liga Árabe Amre Moussa e o islamita moderado Abdelmoneim Abul Futuh, que já integrou a Irmandade Muçulmana.
Além deles, outros que têm chances de vitória são o ex-premiê Ahmed Shafiq e o candidato da Irmandade Muçulmana, Mohammed Mursi. Ambos estão em terceiro e quarto lugar nas pesquisas, respectivamente. Ao todo, 13 candidatos disputam as eleições presidenciais do país.
Caso a eleição não seja definida no primeiro turno, como apontam as previsões --já que nenhum candidato apresenta uma ampla diferença frente aos demais-- o segundo turno está previsto para acontecer nos dias 16 e 17 de junho.

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